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Educação e Emoções: A Base para uma Vida Adulta Equilibrada

Vamos explorar como a forma como fomos educados, na infância e na adolescência podem deixar marcas duradouras em nossa vida adulta.

Estudos indicam que a combinação de histórico de educação rígida e autoritária pode impactar a função cerebral durante situações de estresse social. Em termos mais simples, a maneira como fomos criados pode influenciar como enfrentamos os momentos difíceis, especialmente nas áreas do cérebro que controlam nosso pensamento e a nossa capacidade de flexibilidade para lidar com as situações.

Quando adolescentes enfrentam rejeição social, observamos alterações nas regiões cerebrais associadas a emoções intensas. A amígdala, que lida com essas emoções, pode reagir de forma mais intensa em resposta à rejeição social. Isso pode ser mais acentuado em quem teve uma infância marcada por comportamentos inibitórios.

A boa notícia é que a parentalidade positiva pode agir como um amortecedor. Pais que promovem o bem-estar emocional podem atenuar essas respostas intensas ao estresse social, oferecendo uma espécie de escudo protetor contra as dificuldades emocionais.

É importante lembrar que essas experiências na adolescência continuam a moldar nosso comportamento na vida adulta. E, se você sentir a necessidade de suporte adicional, a psicoterapia, incluindo métodos como EMDR e Brainspotting, pode ser uma ferramenta valiosa para compreender e superar esses desafios emocionais.

Vamos continuar essa jornada de autoconhecimento e crescimento emocional juntos!



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